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sábado, 3 de junho de 2017

Como se cercar de inglês

Olá!

No post de hoje vamos falar sobre o inglês mais uma vez. Sabemos como é difícil estudar um idioma sem poder ir viajar para os locais em que ele é falado (acreditem, entendemos isso, pois nunca viajamos para um país de língua inglesa), porém, a gente tem como simular esse ambiente aqui mesmo, no Brasil. Vamos lá para as dicas!!!

1º Escreva em inglês sempre que puder. Como assim? Bem, se você tiver agenda, diário, cadernos e afins, você pode começar a escrever nesses locais em inglês. Isso vai demonstrar quais são as frases, palavras, expressões, entre outros, que você não sabe ou não tem certeza e que gostaria de aprender. Ninguém precisa ver o que você escreve e/ou se você comete erros, o foco está mesmo no exercício de sempre utilizar a outra língua. Caso tenha amigos que falem o idioma e que aceitem conversar nele via WhatsApp, Facebook, etc., melhor ainda. E não precisa ser textos enormes, podem ser frases curtas sobre o seu dia, tarefas ou pensamentos, isso ajudará muito. 

2º Troque as músicas em português por canções em inglês e podcasts. No post de como aprender inglês sozinho, demos dicas de podcasts para vocês. Esses programas gravados são ótimos para desenvolver o listening, além disso, se o tema for sobre algo que vocês curtem (o que recomendamos), será mais prazeroso fazer aquela viagem longa de trem e/ou de ônibus todos os dias. E em relação às músicas, você pode ouvir e ir acompanhando as letras no celular. Caso não tenha um aparelho bom para isso, duas dicas seriam: imprimir as letras e levá-las consigo ou copiá-las (dá trabalho, sabemos, mas é legal) em um caderno, o resultado é o mesmo. 

3º Faça da televisão e do computador/celular seus aliados. Sabemos que nem todos têm a oportunidade de gastar uma fortuna com um pacote de TV por assinatura, por isso, a melhor saída para quem assiste será colocar a programação em inglês sempre que possível. Deem uma procurada na tecla SAP do controle remoto (ou em algum outro botão com a mesma função). Em muitos casos, a TV também oferece a opção de legenda, o que pode ajudar para quem está inseguro com o listening. Outros dois aliados são o computador e o celular. Assim como tem gente que gosta de ir ouvindo algo dentro do transporte, também há aqueles que gostam de assistir (a dica não será válida para quem dirige. Be careful!). Use seu celular, tablet, computador ou qualquer outro aparelho portátil para assistir aos seriados, filmes e/ou vídeos no YouTube durante a viagem. Vai passar rápido, você poderá se divertir e ainda melhorará seu inglês. 

4º Troque a língua de seus aparelhos eletrônicos. Para ser sincera, eu, Denise, nem sei mais como é meu celular em português, pois há muito tempo ele está configurado em inglês. Façam isso com todos os aparelhos que vocês tiverem, pois mesmo que seja uma mudança pequena, faz a diferença. É a partir de pequenos passos que vamos melhorando a nossa fluência no idioma. 

5º Leia em inglês em vez de ler em português. Esse passo pode parecer muito avançado para alguns, então só façam aqueles que se sentirem confortáveis. Se você é um leitor ávido ou é daqueles que precisam ler por um motivo específico (aulas, vestibular, emprego), procurem fazer isso em inglês. Por exemplo, se a livraria tem aquele best seller maravilhoso que você deseja tanto ler, procure-o no original, pois isso irá te ajudar muito. Nem todas as edições em língua estrangeira serão absurdamente caras, umas são bem baratinhas, mesmo que a qualidade da obra não seja excepcional, o importante é treinar. O mesmo pensamento vale para quem lê muito jornal, procurem se informar em sites como o da BBC, o The New York Times ou do The Telegraph. Já para quem gosta de revistas, tem sempre artigos interessantes em um montão delas, como a Cosmopolitan, National Geographic Magazine, Geek (Geek Exchange) ou The Scientist Magazine. 

Por hoje é isso, pessoal! Esperamos ter ajudado mais um pouquinho com o inglês de vocês. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Como estamos aprendendo inglês sozinhas (ou quase isso!)

O título da postagem pode parecer meio confuso, mas a gente já explica. Começamos a aprender inglês na faculdade, não por termos tido aulas iguais aos dos cursos de idiomas, já que esse não é o foco da graduação em Letras, mas por termos nos esforçado muito depois de termos pegado DP (dependência, ou seja, repetimos uma disciplina) no primeiro semestre. Assim sendo, tivemos ajuda de nossos professores que nos corrigiram, indicaram livros e métodos de estudos, mas também aprendemos muitas coisas sozinhas, embora seja importante frisar que não somos fluentes (ainda) no idioma.

Acreditamos que nossas experiências possam ajudar àqueles que desejam aprender a língua do zero ou melhorar o conteúdo que já veem nas aulas. Vamos lá!

I - O motivo

Para aprender qualquer idioma, é preciso ter um motivo. Por que você quer aprender? No nosso caso, como dissemos acima, foi por conta da faculdade. Isso no começo, porque depois arrumamos razões particulares para continuarmos estudando.

A motivação é a ferramenta mais importante, pois sem ela as pessoas desistem de enfrentar qualquer dificuldade linguística que surja. Além disso, se você sabe o porque de estar aprendendo, saberá por onde seguir enquanto estuda.

Essa é a pergunta principal, se você não consegue responder a isso, pare, pense e depois continue a estudar inglês (ou o idioma que você escolheu).

II – As quatro competências

a) Listening (ouvir)

Quando uma criança começa aprender sua língua materna, ela fica exposta ao idioma por um bom tempo antes de sair por aí falando. Com você ocorrerá o mesmo processo. Exponha-se ao inglês. Mas como? Vejamos algumas opções:

- Músicas: Parece clichê, mas escutar músicas e ler as letras ajuda (e muito) quem está aprendendo outro idioma. Você aprenderá não só palavras novas, mas também a pronúncia delas. Para as ler as canções (somente em inglês) indico o site AZLyrics, pois não encontramos erros em grafia de palavras ou nas letras, coisa que ocorre com outros sites, principalmente brasileiros.

- Podcasts: Podcasts, para quem não sabe, são episódios de programas em que as pessoas só escutam as vozes daqueles que estão gravando. É uma excelente ferramenta para treinar o listening, uma vez que a maior parte deles não tem a transcrição, ou seja, você precisará se esforçar muito para conseguir compreender o que os nativos estão falando, mas vale muito a pena, pois isso melhora muito rapidamente a tua capacidade de compreensão auditiva da língua. Alguns podcasts indicados são: Luke’s English Podcast (inglês britânico – nível intermediário); Mugglecast (inglês americano - para fãs de Harry Potter – nível intermediário/avançado); Culips (inglês americano – nível básico/intermediário); Rebel Force Radio (inglês americano – para fãs de Star Wars – nível intermediário/avançado); Aprendeingles con la mansión del ingles – Learn English free (inglês britânico/espanhol – nível intermediário/avançado); Espresso English (inglês americano – nível básico/intermediário/avançado).

- Séries: Os seriados são ótimos para quem deseja aprender inglês. Eles ajudam não só com o desenvolvimento da competência linguística, mas também com as questões culturais. Vejamos alguns seriados que podem ajudar com o inglês: “FRIENDS”, “How I met your mother”, “Doctor Who” e “Desperate Housewives” para o nível básico, pois apresentam vocabulário do cotidiano; “How to get away with murder”, “House” e “Grey’s Anatomy” para o nível intermediário, pois exigem um pouco mais de conhecimento de mundo (tem vocabulário de medicina e de direito, mas não desistam de ver por isso!); “Downton Abbey”, “The Crown” e “Sherlock” para o nível avançado, pois apresentam um vocabulário antigo, no caso do primeiro e do segundo seriados, e mais complexo e rápido no caso do terceiro.

Vocês ainda podem utilizar desenhos e filmes para treinarem o inglês, mas como a lista ficaria gigante, recomendamos que se escolha um tema com o qual tenha afinidade para que a experiência fique melhor. Indicamos as séries por falarem de temas diversificados em cada episódio, mesmo que o tema geral seja sempre o mesmo. Ah, sobre as legendas e como utilizá-las falaremos mais abaixo.

b) Reading (ler)

Ler, além de ampliar vocabulário, ajuda no aprendizado da grafia das palavras e também na compreensão das estruturas gramaticais. Esses são os livros que lemos e recomendamos: “The Boy in the Striped Pajamas” (“O menino do pijama listrado”) e “The Little Prince” (“O pequeno príncipe”) para o nível básico; “Big Nate” para o nível básico/intermediário; “Perspepolis” (“Persépolis”) e “Eleanor & Park” para o nível intermediário; “Harry Potter” e “The Chronicles of Narnia” (“As crônicas de Nárnia”) e, para os fãs de Star Wars, “The Princess Diarist” (“Memórias da princesa”), todos para o nível intermediário/avançado.

Outras duas dicas são: ler os graded readers. O que são esses livros? São obras com a indicação de nível, uma das editoras mais famosas nessa área é a Penguin Books. Você lê clássicos que estão simplificados de acordo com a sua capacidade (básica, intermediária ou avançada). E também praticar shadow reading, isso significa ler e ouvir a história ao mesmo tempo, o que pode te ajudar ainda mais. Na internet há algumas obras disponíveis, sempre procure assim: o nome do livro que você deseja em inglês + audiobook.

c) Writing (escrever)

Os dois últimos tópicos exigem muito mais atenção do que os dois primeiros. Por quê? Porque ouvir e ler são ações passivas, você não precisa de ninguém para te corrigir, é só prestar a atenção e treinar muito. Em contrapartida, escrever e falar demandam um esforço maior do aluno, no sentido de serem habilidades que precisam ser acompanhadas. Mas e se você não tem um professor particular? Bem, a opção mais fácil e barata, para o caso da escrita, vai ser ler muito, pois assim você aprenderá inconscientemente as estruturas gramaticais e a grafia das palavras.

Como podemos treinar o writing? Se tiver alguém que possa corrigir, ótimo, porque você saberá em quais pontos está acertando ou errando, então sugerimos que mantenha um diário (journal) ou escreva em folhas soltas textos sobre temas que você gosta. Caso não tenha um tutor, a ideia é que você tente começar com frases curtas, depois vá passando para parágrafos maiores até chegar a textos completos, mas tem que ser etapa por etapa mesmo, porque assim, conforme você for evoluindo no aprendizado da língua, conseguirá identificar o que pode ou não estar correto.

d) Speaking (falar)

E chegamos na habilidade que dá mais problemas. Sim, o speaking dá trabalho, mas não é um bicho de sete cabeças. A maior parte dos jovens e adultos tem vergonha de falar em inglês por um simples motivo: o erro. Errar enquanto se aprende é normal e saudável, você só precisa se esforçar para não repetir tanto os mesmos erros o tempo todo, mas isso leva tempo e exige uma dedicação grande.  

O speaking na escola de idiomas: aproveite TODAS as aulas em que a habilidade da fala seja exigida de você. Erre, pergunte ao professor, perca a vergonha de falar com os outros e tenha calma enquanto conversa, porque você não precisa abrir a boca e demonstrar fluência logo no início do curso. Isso vem com o tempo e com muito estudo. Se puder fazer só aulas de conversação, faça, pois elas te ajudarão a se acostumar mais rapidamente com o inglês falado.

O speaking sem professor: fale sozinho, pois isso te dará uma noção de como você pronuncia as palavras e o ritmo de sua fala, você também pode se gravar falando e ouvir depois para ver como anda seu speaking; abuse mais ainda do listening, pois isso te dará uma noção muito maior de como dizer e utilizar as palavras, os ditados, os phrasal verbs e tudo o que estiver relacionado à fala; e aproveite quando tiver alguém com quem praticar, pode ser um amigo, um familiar ou um estrangeiro pedindo informação, não tenha vergonha e fale.

III - Outros pontos

- A Tradução

A tradução é muito condenada por diversas pessoas. Em nosso caso, aprendemos inglês em inglês, porque nossos professores só davam aulas no idioma e nossos livros de estudos eram estrangeiros. Assim, nossa experiência com a tradução não é muito grande, mas podemos dizer que em determinados casos, principalmente no início, ela pode ser utilizada. Porém, não recomendamos que você traduza tudo o tempo todo, só faça isso quando realmente não tiver outra saída. Em vez de traduzir, você pode tentar procurar por imagens de palavras (no caso de itens) ou tentar associar o que está sendo dito pelo contexto.

- As Legendas

Legendas já são um ótimo começo para quem está aprendendo inglês e deseja parar de ver filmes, seriados e desenhos dublados. Primeiro, você utiliza as legendas em português, quando já tiver uma boa noção da história, assista novamente com a legenda em inglês, prestando a atenção nas palavras e em como elas são pronunciadas pelos falantes da língua inglesa. Por fim, quando já estiver bem acostumado com o filme, seriado e/ou desenho, tire toda e qualquer legenda e veja só em inglês. Você vai se surpreender com o tanto que consegue compreender.

- Common European Framework of Reference for Languages (CEFR)

Esse quadro de nome gigantesco significa Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas e é utilizado para verificar o nível em que cada estudante de um idioma estrangeiro está. Caso você queira fazer um teste para avaliar em qual fase você está e verificar o quais as competências alguém precisa ter em cada um deles, clique aqui. Deixamos também a tabela abaixo em inglês:



Tabela retirada do site da Cambridge 

- Sotaque

É o menos importante de tudo!!! Acreditem: sotaque não importa, o que vale mesmo é a pronúncia, ou seja, se você sabe falar as palavras de forma correta. Agora, se teu sonho é ter um sotaque como o dos canadenses, americanos, britânicos, australianos ou de qualquer outro povo que fala inglês, então vá em frente! Mas saiba que ser proficiente na língua não envolve ter o sotaque perfeito, até porque você não é nativo, então não precisa se preocupar com isso. Lembre-se de que a comunicação que é importante.

- Estudando gramática

Começamos a estudar gramática na universidade. Íamos às aulas, ouvíamos nossos professores, anotávamos dicas e depois fazíamos uma bateria de exercícios. Nossa gramática era a “Understanding and Using English Grammar – 4th edition”, das autoras Betty Azar e Stacy A. Hagen. O livro era todo em inglês, o que nos ajudava. Sim, ajudava, pois nada melhor do que estudar a língua-alvo nela mesma. Outro livro que acabamos adquirindo já no nível intermediário foi o “English Grammar in Use”, de Raymond Murphy.

Estudar gramática não é a coisa mais prazerosa do mundo para a maior parte das pessoas, então o que recomendamos é que você leia o conteúdo (por exemplo o que é o Simple Present) e depois faça uma lista de exercícios que dure uns 20 minutos no máximo. Se fizer isso todos os dias, aos poucos as coisas vão clarear e você não vai sentir que só estuda regras gramaticais. Conosco foi assim? Na verdade, não. Estudávamos gramática de 5 a 6 horas de segunda a sexta, mas isso porque precisávamos aprender todos os tempos verbais em seis meses. Contigo é diferente, mas não relaxe!, porque aprender as regras de como a língua se estrutura é importante. Dois sites que recomendamos para quem deseja fazer exercícios e jogar online são: Englisch-Hilfen e British Council. 

Bem, nossas dicas terminam por aqui. Esperamos que elas possam ajudar muitas pessoas. Tentamos dar exemplos específicos de como aprender inglês sozinhos (ou com a ajuda de professores para quem pode pagar por um curso).

Bons estudos!


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Simple Present

Hoje falaremos um pouquinho de língua inglesa. Para começar, decidimos abordar o Simple Present, presente simples, em língua portuguesa, um tempo verbal bastante utilizado em inglês.

Dizemos que o presente simples é utilizado para expressar eventos ou situações (hábitos em geral) que ocorrem com frequência. Mas antes de falarmos com mais calma desse tempo verbal, vejamos um trecho da letra “All you need is Love”, dos The Beatles. 


Love, love, love   
Love, love, love
Love, love, love

There's nothing you can do that can't be done
Nothing you can sing that can't be sung
Nothing you can say but you can learn how to play the game
It's easy

There's nothing you can make that can't be made
No one you can save that can't be saved
Nothing you can do but you can learn how to be you in time
It's easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

Love, love, love
Love, love, love
Love, love, love

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

There's nothing you can know that isn't known
Nothing you can see that isn't shown
No where you can be that isn't where you're meant to be
It's easy

Vocês devem ter reparados que algumas palavras foram destacadas na música acima mencionada. Pois bem! Notamos que elas expressam, em sua maioria, afirmações gerais sobre possibilidades e impossibilidades (o que pode ou não ser feito) e também sobre algo que precisamos (Love), como vemos nos exemplos: There's (THERE IS) nothing you can do that can't (CANNOT) be done/ It's (IT IS) easy / All you need is Love / Love is all you need / There's (THERE IS) nothing you can know that isn't (IS NOT) known / No where you can be that isn't (IS NOT) where you're (YOU ARE) meant to be. Percebemos, portanto, que tudo está no presente.

Já dissemos anteriormente que o presente simples (simple present) é frequentemente utilizado para designar hábitos ou eventos que acontecem com frequência, certo? No entanto, este tempo verbal também pode ser usado para:

a)    Falar de algo que seja verdade no presente: I like to teach – Eu gosto de ensinar.

b)    Algo que acontece com frequência no presente: I play football every weekend – Eu jogo futebol toda semana.

c)    Algo que é sempre tido como verdade, imutável: The sky is blue – O céu é azul.

d)    Algo que está confirmado: The cafe opens at 7:30 in the morning. O café abre às 7h30 de manhã.

P.S:. Neste caso, palavras que expressem a ideia de uma ação que ocorre regularmente podem ser usadas, como “always”, “often”, “sometimes”, ou “never”. São os famosos advérbios de frequência.

Esses foram alguns exemplos em que podemos empregar o tempo verbal simples. Passemos agora para os tipos de frases. Em inglês, também temos três formas básicas. São elas: afirmativa, negativa e interrogativa. 

Afirmativa (affirmative): Formado pelo sujeito + verbo principal (base form – forma simples), com acréscimo de “s”, “ies” ou “es” quando conjugado na terceira pessoa do singular (HE, SHE, IT). Além disso, podemos utilizar a pessoa I com o auxiliar am de forma reduzida I’m Exemplos:

-    I get up at 9:30 every morning – Eu acordo 9h30 toda manhã.
-    Ricardo (he) speaks German very well – Ricardo fala alemão muito bem.
-    They want to buy a lot of magazines - Eles querem comprar muitas revistas.
-    I’m (I am) good at sports - Eu sou bom com esportes.

Negativa (negative): Formado pelo sujeito + verbo em sua forma simples (base form), seguido de verbo auxiliar DO + NOT (forma contraída: don’t) para I, YOU, WE e THEY. E, no caso da terceira pessoa do singular, utiliza-se DOES + NOT (forma contraída: doesn’t) para (HE, SHE, IT). É importante ressaltamos que, neste caso, não se acrescenta “s”, “ies” ou “es” na terceira do singular. O próprio auxiliar já indica essa condição (plural ou singular) de acordo com a pessoa. Exemplos:

-    I don’t (do not) go away very often – Eu não saio com muita frequência.
-    You don’t (do not) need to do your test today – Você não precisa fazer seu teste hoje.
-    Julie doesn’t (does not) drink tea – Julie não bebe chá.

Interrogativa (interrogative): Ao formar frases interrogativas no simple present é necessário colocar o auxiliar (DO/DOES) antes do sujeito da frase. Novamente é importante ressaltar que, neste caso, não se deve acrescentar “s”, “ies” ou “es” na terceira do singular. O próprio auxiliar já indica essa condição (plural ou singular) de acordo com a pessoa. Exemplos:

-    Do you live in São Paulo? Você mora em São Paulo?
-    Does she like pasta? Ela gosta de massa?
-    Do they know how to play chess? Eles sabem jogar xadrez?

TOME NOTA: Nós usamos do/does para estruturar frases negativas e interrogativas.


DO
I/WE/YOU/THEY
WORK?
DOES
HE/SHE/IT
DRIVE?

I/WE/YOU/THEY
DON’T
WORK
HE/SHE/IT
DOESN’T
DRIVE

                                                                        Unit 2. Present simple (I do). Raymund Murphy

Mais um exemplo:





PESSOA
FORMA DO VERBO
NA AFIRMATIVA
(Exemplo com ‘live’ (viver)
FORMA DO VERBO
NA INTERROGATIVA
(Exemplo com ‘live’ (viver)
FORMA DO VERBO
NA NEGATIVA
(Exemplo com ‘live’ (viver)
I (Eu)
live
Do I live...?
I do not live
You (Você)
live
Do you live...?
You do not live
He (Ele)
lives
Does he live...?
He does not live
She (Ela)
lives
Does she live...?
She does not live
It (Isto, isso)
lives
Does it live...?
It does not live
They (Eles)
live
Do they live...?
They do not live
We (Nós)
live
Do we live...?
We do not live
You (Eles, elas)
live
Do you live...?
You do not live


Agora que vimos um pouco do Simple Present, isto é, presente simples em sua totalidade, vamos assistir um clip da música “Lucky”, de Britney Spears.


No clip é descrita a história de Lucky, uma garota solitária, perdida no sonho de Hollywood. Repare na letra abaixo:

This is a story about a girl
named Lucky...

Early morning, she wakes up
Knock, knock, knock on her door
It's time for makeup,
Perfect smile
It's you they're all waiting for

They go...
"Isn't she lovely,
this Hollywood girl?"
And they say...
She's so lucky, she's a star
But she cries, cries, cries in her
lonely heart, thinking
If there's nothing missing in my life
Then why do these tears come at night?

Lost in an image,
in a dream
But there's no one there to
wake her up

And the world is spinning,
and she keeps on winning
But tell me what happens when
it stops?

"Best actress, and the
winner is...Lucky!"
"I'm Roger Johnson for Pop
News standing outside the
arena waiting for Lucky!"
"Oh, my God...here she comes!"

Isn't she lovely, this
Hollywood girl?
She is so lucky, but why does
she cry?
If there's nothing missing in
her life
Why do tears come at night?

Conseguimos reparar, com clareza, a utilização do tempo presente simples para que parte da vida de Lucky seja descrita.

Por fim, (estamos quase acabando), vamos terminar esse post de hoje com a leitura do primeiro parágrafo do livro Wonder – Extraordinário, de R. J. Palacio. Repare na descrição de August, ao utilizar o Simple present para falar de uma situação atual. 

"I know I'm not an ordinary ten-year-old kid. I mean, sure, I do ordinary things. I eat ice cream. I ride my bike. I play ball. I have an XBox. Stuff like that makes me ordinary. I guess. And I feel ordinary. Inside. But I know ordinary kids don't make other ordinary kids run away screaming in playgrounds. I know ordinary kids don't get stared at wherever they go”.

Esperamos que vocês tenham gostado e que tenhamos ajudado. Até a próxima!

REFERÊNCIAS

RAYMOND, M. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for intermediate learners of English. Cambridge University Press, United Kingdom.

FONTES